Rejeição, o tabu do tabuleiro político

A última pesquisa divulgada semana passada pelo Instituto Paraná Pesquisas e devidamente registrada no TSE mostra-nos o maior medo em relação às eleições de 2018 dos pré-candidatos à Presidência da República: o índice de rejeição. Nas diversas simulações efetuadas, o que nos chama a atenção são os altos pontos atingidos pelos candidatos quando a pergunta é “em quem você não votaria de jeito nenhum”.

Fernando Haddad, do PT, ultrapassa a casa dos 66% daqueles que não votaria de jeito nenhum. Geraldo Alckmin (PSDB) chega a 61%, enquanto Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (REDE) passam dos 50%. Joaquim Barbosa (PSB) é o “menos rejeitado”, com 45%. De todos os candidatos, confirmamos a antiga preocupação com a rejeição, isto é, a possibilidade quase que nula de alguém votar em um determinado candidato.

A rejeição é o tabu criado no tabuleiro político. Dali em diante nos parece que ninguém mais cresce. É quase que como um pito da mãe, uma carraspana do pai, um não é não da namorada ou esposa. E você, ouvinte, será que também nos rejeita ou não quer saber somente dos pré-candidatos à Presidência da República?

Acesse a pesquisa: http://www.paranapesquisas.com.br/wp-content/uploads/2018/05/BR_Mai18-M%C3%ADdia.pdf

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