5 fatores para uma campanha bem sucedida na internet: a identidade visual

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A internet nos trouxe uma gama de informações. Dispersas e oriundas dos mais diferentes sites existentes na rede mundial de computadores, as notícias “bombam” em nossa linha do tempo nas redes sociais. Além disso, a informação única, de um portal consagrado, por exemplo, pode ser contestada imediatamente ao verificarmos um outro site. O que isto se relaciona com a identidade visual? É o que pretendemos abordar no segundo artigo de nossa série “5 fatores para uma campanha bem sucedida na internet”.

Esta gama de informações rápidas, diretas e instantâneas demonstram o momento da internet atualmente: agilidade e comunicação em tempo real. Portanto, a maioria das pessoas tendem a não perder tempo lendo longos textos ou buscando dados precisos sobre candidaturas, por exemplo. A identidade visual de uma campanha deve ser clara, limpa, objetiva, comunicando três pilares básicos de uma propaganda eleitoral: a imagem, o nome e o número.

A construção da logomarca de um candidato deve respeitar os bons critérios da comunicação: simples, fácil de ser compreendida e, principalmente, que estimule o entendimento instantâneo do mais simples ao mais graduado eleitor. Tons em degradê, mistura de símbolos com letras, mescla de letras com bandeiras tremulando, preenchimento da letra “O” com algum adorno, por exemplo, devem ser evitadas. A ideia é que o próprio nome seja a logomarca da campanha, uma vez que as eleições tem tempo determinado e a construção de uma logo mais complexa pode exigir mais tempo. É o caso da Coca-Cola, uma expressão em letra estilizada que se tornou a própria logomarca oficial da empresa. Outra saída é incluir na logo um símbolo bem solidificado ou aliado ao nome do político, desenvolvido há anos. A última solução é aliar logo ao número – afinal, as pessoas votam mais em números do que em nomes.

Uma boa logomarca é aquela pensada pelo próprio político ou com o auxílio de sua equipe. Afinal, por mais que uma agência de comunicação ajude na criação da arte final da logo, as informações que vão dar a expressão da identidade pessoal do candidato devem vir de quem conhece bem ou vivencia diariamente o meio social em que o político está inserido. Portando este conhecimento, a criação da logo deve olhar bem os concorrentes e, principalmente, as cores existentes na disputa eleitoral. Imagine um político do PSDB usando a cor vermelha? Seria um fiasco!

A criação da logomarca deve procurar algo original, fugindo dos “modismos” existentes ou dos paradigmas de sucesso já estabelecidos. Quantas e quantas campanhas utilizaram uma logomarca parecida com a de Barack Obama, eleito Presidente dos Estados Unidos? Um sem fim! Afinal, a ideia de “se inspirar” em algo internacional pode trazer tons grandiosos à campanha –  o que necessariamente não reflete a realidade brasileira.

Não há mistério para a criação de uma logomarca. Lembre-se sempre que a missão da logo passa por 3 pontos:

1 – Comunicar instantaneamente;

2 – Expor a ideia, isto é, a “cara do candidato”, sua identidade visual, suas propostas;

3 – Fazer com que o leitor “memorize” sua marca.

Até a próxima!

Fonte da imagem: https://publicideias.wordpress.com/category/eleicoes-influenciaveis/

 

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