IDH do Brasil

Nesta última semana, foi divulgado o novo IDH das nações do mundo. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), existe desde 1990 e foi criado pela Organização das Nações Unidas, a ONU. Avalia basicamente quatro aspectos de indicadores sociais: expectativa de vida ao nascer, analfabetismo adulto, taxa de escolaridade e renda per capita. Todavia, as grotescas desigualdades sociais se mantem no Brasil.

É certo que, desde 1990 o IDH do Brasil melhorou: passou de 0,713 para 0,792. Todavia, essa evolução é insignificante, tomando-se como comparação outros países do mundo. Quando iniciou-se o governo FHC, o IDH brasileiro ocupava a 63a. colocação. Em 2000, chegou a ocupar a 48a. colocação. Entretanto, hoje ocupa a 69a., a pior colocação pós-1994.

O governo Lula, agora reeleito, defende sempre as bandeiras sociais. Orgulha-se que muitas pessoas deixaram de ser pobres, agora ocupando não sei qual classificação. Orgulha-se de ser o governo dos pobres, contrapondo-se aos ricos. Orgulha-se de defender as minorias “historicamente” discriminadas pelo povo brasileiro.

Deste modo, observamos esta falácia da bandalheira petista. Sim, o IDH alcançou números bem melhores do que os anteriores, devido às políticas socias implementadas por FHC, remoldadas por Lula. Mas, ao passo que melhorou nos indicadores, o desenvolvimento brasileiro ficou aquém de países emergentes, como o México (53º no ranking, IDH de 0,821), Cuba (50º no ranking, IDH de 0,826), Uruguai (43º no ranking, IDH de 0,851), Chile (38º no ranking, IDH de 0,859) e Argentina (36º no ranking, IDH de 0,863).

Desenvolvimento é uma palavra dita aos montes. Porém, o tal desenvolvimento prometido está muito além do que a essência da palavra emana. O Desenvolvimento que o país precisa migrou. Passou de tupiniquim para sul-americano. Curioso, não? Quando será que ele volta?

About these ads

5 comentários sobre “IDH do Brasil

  1. João Cândido da Silva Neto

    SUGESTÃO ENVIADA A DEPUTADOS
    FEDERAIS E SENADORES.

    Eu, João Cândido da Silva Neto, 54 anos, viúvo, residente na cidade de Bueno Brandão-MG, ativista em defesa da criança e do adolescente:

    a) após estudos e análises estatísticas da situação da infância e da juventude no Brasil;
    b) após concluir que ocorre um retumbante fracasso das políticas sociais públicas;
    c) após constatar a falta de disposição dos gestores públicos municipais e, em alguns casos também estaduais;
    d) concluindo pela falta da mobilização da sociedade e despreparo dos Conselhos Tutelares e de Direitos, dos Juízes, Promotores e das Polícias,

    venho oferecer ao debate as sugestões a seguir delineadas como forma de buscar soluções para a sociedade brasileira, que tem no Estatuto da Criança e do Adolescente uma peça rica e importante para a perfeita edificação de um verdadeiro conceito de cidadania.
    ______________________________________________________________________

    Como os municípios dependem das verbas do Fundo de Participação dos Municípios para a sua sobrevivência financeira o Governo Federal deverá estabelecer um percentual a ser deduzido do repasse do FPM para ser obrigatoriamente transferido ao “Fundo Municipal da Infância e Adolescência” e que será empregado exclusivamente em projetos visando o cumprimento do disposto nos artigos 101 e 112 do E.C.A, além de projetos culturais e esportivos com ênfase no protagonismo infanto-juvenil.
    Os recursos atualmente disponibilizados pelo Conanda serão redirecionados para objetivos de divulgação e campanhas a nível nacional de conscientização da população e também auxiliar os estados mais pobres.
    Os municípios terão que comprovar a criação dos respectivos Fundos municipais através de projeto de lei, efetuar a abertura de conta-corrente bancária; terão que apresentar projetos culturais, esportivos e socioeducativos elaborados pelos Conselhos Municipais de Direitos e Conselhos Tutelares que terão aprovação e fiscalização da Câmara e da sociedade civil organizada.
    Os municípios terão também que, do Orçamento Municipal, transferir importância equivalente a 2% (dois por cento) do valor global para o Fundo da Infância e Adolescência.
    Os Conselhos Estaduais de Direitos da Criança e do Adolescente acompanharão os repasses federais e os estaduais, inclusive de outras fontes e fiscalizarão a correta e eficiente aplicação dos recursos. Em cada município os Conselhos de Direitos e Tutelares ficarão obrigados a semestralmente prestar contas dos recursos recebidos e das aplicações à Câmara e ao Ministério Público.

    Sem esta vinculação a criança e o adolescente permanecerão ignorados pelos gestores públicos, principalmente no nível municipal.

    JOÃO CÂNDIDO DA SILVA NETO

    E-mail: candidojooneto@yahoo.com.br
    Bueno Brandão-MG, 30 de novembro de 2007.

  2. adoraria ver o presidente luiz Inacio lula da Ccilva

  3. gosteria de saber o idh

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s